Contraindicação
Situação em que um medicamento, exame ou procedimento não deve ser usado porque o risco esperado supera o possível benefício.
Entenda de forma simples
A contraindicação pode ser absoluta, quando a intervenção não deve ser realizada, ou relativa, quando os riscos precisam ser cuidadosamente comparados aos benefícios. Ela pode depender de alergia, gravidez, idade, função dos rins ou fígado, outras doenças e interações.
Contraindicação não é o mesmo que efeito colateral ou precaução. A bula informa situações gerais, mas não substitui a avaliação profissional. Também não se deve interromper um tratamento importante por conta própria ao encontrar uma advertência na internet.
Importância clínica e sinais relevantes:
- protege contra danos previsíveis em grupos ou situações específicas;
- pode mudar com dose, via, duração e combinação com outros produtos;
- alergias, gravidez e doenças crônicas precisam ser informadas antes do uso;
- bulas e protocolos oficiais ajudam a verificar riscos e alternativas.
Quando procurar atendimento:
Converse com médico ou farmacêutico antes de iniciar, suspender ou combinar medicamentos se houver dúvida sobre contraindicação. Procure urgência diante de falta de ar, inchaço de face ou língua, desmaio, convulsão, sangramento importante ou outra reação grave após um produto.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Agência Nacional de Vigilância Sanitária — AnvisaBulário EletrônicoAbrir fonte
- Agência Nacional de Vigilância Sanitária — AnvisaBulas são instrumentos essenciais de comunicação sobre riscosAbrir fonte
- Ministério da SaúdeProtocolos Clínicos e Diretrizes TerapêuticasAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
