Crise de pânico
Episódio súbito de medo ou desconforto muito intenso, acompanhado de sintomas físicos e sensação de perda de controle ou ameaça iminente.
Entenda de forma simples
A crise costuma atingir o pico em minutos. Pode causar palpitação, suor, tremor, falta de ar, aperto no peito, tontura, formigamento, náusea, sensação de irrealidade e medo de morrer ou enlouquecer. Os sintomas são reais, mesmo quando exames não mostram uma doença física.
Uma crise isolada não é o mesmo que transtorno de pânico. Infarto, arritmia, asma, embolia pulmonar, hipoglicemia, alterações da tireoide, convulsão e substâncias podem produzir sintomas parecidos. A primeira crise ou uma mudança do padrão precisa ser avaliada.
Importância clínica e sinais relevantes:
- medo intenso com sintomas físicos que surgem rapidamente;
- evitação de lugares ou atividades por medo de nova crise;
- crises recorrentes e preocupação persistente podem indicar transtorno de pânico;
- uso crescente de calmantes aumenta risco de dependência e merece revisão.
Quando procurar atendimento:
Marque avaliação se as crises repetem, limitam a rotina ou aumentam o uso de calmantes. Procure emergência diante de dor no peito nova ou persistente, desmaio, falta de ar intensa que não melhora, fraqueza de um lado, confusão, intoxicação ou risco de autoagressão. Em risco de suicídio, não deixe a pessoa sozinha e acione o SAMU 192.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Organização Mundial da SaúdeAnxiety disordersAbrir fonte
- Organização Mundial da SaúdeRecomendações mhGAP para ansiedade e transtorno de pânicoAbrir fonte
- NHSPanic disorderAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
