Diabetes mellitus
Grupo de doenças crônicas em que a glicose permanece elevada no sangue por falta de insulina, ação insuficiente desse hormônio ou ambas.
Entenda de forma simples
A insulina ajuda a glicose a sair do sangue e entrar nas células para ser usada como energia. No diabetes, esse processo não funciona adequadamente. Os tipos mais frequentes são o tipo 1, o tipo 2 e o diabetes gestacional; outras doenças e medicamentos também podem causar diabetes.
O diagnóstico é feito por exames laboratoriais, como glicemia de jejum, hemoglobina glicada ou teste oral de tolerância à glicose. Um resultado isolado em pessoa sem sintomas geralmente precisa de confirmação. O acompanhamento contínuo busca controlar a glicose e reduzir danos aos olhos, rins, nervos, pés, coração e vasos.
Importância clínica e sinais relevantes:
- muita sede, urina frequente, fome aumentada, perda de peso, cansaço ou visão embaçada;
- o diabetes tipo 2 pode permanecer sem sintomas durante anos;
- glicose elevada por longo tempo pode lesar vasos, rins, olhos e nervos;
- vômitos, desidratação, respiração profunda ou alteração de consciência podem indicar complicação aguda.
Quando procurar atendimento:
Marque consulta se houver sintomas, exame alterado, diabetes na família ou fatores de risco; o diagnóstico não deve ser feito apenas pelo glicosímetro doméstico. Procure urgência diante de vômitos repetidos, incapacidade de beber, respiração profunda ou rápida, sonolência, confusão, desmaio ou piora importante, especialmente se a glicemia estiver muito alta.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Ministério da SaúdeDiabetes (diabetes mellitus)Abrir fonte
- Sociedade Brasileira de DiabetesDiagnóstico de diabetes mellitus — Diretriz SBD 2026Abrir fonte
- Organização Mundial da SaúdeDiabetesAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
