Anemia falciforme
Forma da doença falciforme em que a pessoa herda duas cópias da hemoglobina S, produzindo anemia crônica e episódios de obstrução dos vasos.
Entenda de forma simples
Na anemia falciforme, parte das hemácias pode ficar rígida e adquirir formato de foice. Essas células duram menos e podem bloquear pequenos vasos, provocando crises de dor e complicações em pulmões, cérebro, baço, rins, olhos e outros órgãos.
É uma condição genética e não contagiosa. No Brasil, costuma ser detectada pelo teste do pezinho; pessoas não diagnosticadas podem realizar eletroforese de hemoglobina no SUS. Traço falciforme não é o mesmo que doença falciforme. O acompanhamento regular, a vacinação e o plano individual para crises reduzem riscos.
Importância clínica e sinais relevantes:
- crises de dor em ossos, articulações, tórax ou abdome;
- palidez, icterícia, cansaço e anemia crônica;
- febre, infecções recorrentes ou aumento súbito do baço em crianças;
- dor no peito, tosse, falta de ar, fraqueza de um lado ou ereção dolorosa prolongada.
Quando procurar atendimento:
Pessoas com doença falciforme precisam de seguimento regular. Procure urgência diante de febre, falta de ar, dor no peito, palidez ou fraqueza súbita, crise de dor intensa não controlada pelo plano, sintomas de AVC, priapismo, desmaio ou piora rápida. Informe imediatamente à equipe que a pessoa tem doença falciforme.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Ministério da SaúdeDoença falciformeAbrir fonte
- Ministério da SaúdeProtocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da doença falciformeAbrir fonte
- Centers for Disease Control and Prevention — CDCAbout sickle cell diseaseAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
